terça-feira, 23 de junho de 2015

Resenha: The Innocent



Sinopse: "O detetive Ash é falsamente acusado de um crime e acaba sentenciado à morte. Uma vez morto, o detetive é recepcionado no Céu por Angel, um anjo que o auxiliará em sua nova existência. Para purificar sua alma, Ash deve servir aos seres humanos e ajudar a salvar outras pessoas, também falsamente condenadas.

Mas nem tudo é tão simples; o novo “servente” deve respeitar as regras divinas e limitar suas ações dentro do que o Comitê considera justo. Poderá Ash salvar sua alma e ao mesmo tempo levar vingança àqueles que lhe traíram?!"



 Após ser executado injustamente, Ash J. Wright é recebido no céu por Angel, que sob ordens do Comitê Angelical deve ajudar Ash em sua missão, para que assim sua alma seja purificada e ele possa receber uma nova vida.


Wal
 Para purificar sua alma, Ash é incubido de ajudar Joshua Jones, um homem acusado injustamente de um crime, pelos mesmos homens que o mataram. Sua missão é simples: garantir que o cd que contém provas incontestáveis da inocência  de Joshua não caia nas mãos da Fablo, uma organização que usa eventos de caridade como fachada para tráfico de drogas.

 As coisas desandam quando Ash, ao proteger Mila, irmã de Joshua, de um ataque reconhece um dos homens de Fablo, responsável por colocar sua irmã no mundo das drogas. Ao tentar mata-lo, Ash é punido pelo Comitê Angelical, perdendo a capacidade de tocar as coisas.

Assim, ele é enviado a outra missão, para ajudar outro investigador acusado injustamente de crimes pela Fablo, onde se encontra com Wal.
 Wal é um homem estranho, que por alguma rasão consegue enxergar Ash, e se torna obcecado por ele. E vou parando por aqui, antes de acabar dando um spoiler muito grande!

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Arte linda da capa interna!
 Com a história de Avi Arad, o roteiro de Junichi Fujisaku e arte convidativa de Yasung Ko, The Innocent se desenvolve em um ritmo rápido, mas que permite a total compreensão dos fatos, numa trama consistente que nos apresenta personagens interessantes, mas teve algo que me incomodou muito, que foi a falta de aprofundamento dos personagens.

 Por que ao mesmo tempo em que o volume único foi perfeito para nos contar esta história, ele não pode nos contar mais sobre a vida de Ash, sobre Dreyer (sua irmã), nem sobre Joshua e Mila, o que não nos da um apego aos personagens nem aos entes queridos deles, e acabamos sentindo mais aquilo que Angel passa, sua tristeza em dizer que Ash parecia com alguém que ele havia conhecido anteriormente e seu desejo de protege-lo devido a estas lembranças, enquanto o desejo de vingança e ódio de Ash pelo que fizeram com sua irmã não é tão impactante por que ela não nos é apresentada direito em nenhum momento, até mesmo Ash não foi bem apresentado, e nisso a história pecou. Na minha opinião, a história poderia ter sido muito mais bem desenvolvida se fosse em 2 volumes, mas como lemos no próprio mangá o editor pressionou para que fosse um One Shot, então o que nos resta é lamentar...

Como eu disse lá em cima, a arte do mangá e linda e convidativa, com muitos detalhes, que lembra um pouco a arte de Defense Devil, devido aos artistas de ambos os mangás serem coreanos. A arte de mangás feitas por coreanos sempre me deixam besta, pois são muito mais detalhadas e delicadas do que a maioria dos mangás japoneses, e por isso se destacam, e no caso de The Innocent completam a obra de uma maneira que nenhuma outra faria.

 The Innocent foi lançado pela editora JBC, por apenas 10,90 em 2013, e ainda pode ser encontrado em grupos do Facebook e lojas especializadas.

Espero que tenham gostado!

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Uma boa semana a todos!

Até mais!

Escito por: Moka
Revisado por: Moka

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